quinta-feira, 29 de outubro de 2009

G1 andou no Volkswagen Gol I-Motion

Foto: Divulgação 

Modelo que é o mais vendido do país, agora é o carro automatizado mais em conta do mercado (Foto: Divulgação)

Bastou a Fiat adotar no Palio o câmbio automatizado, que ela chama de Dualogic, que a "rival" Volkswagen respondeu — adotou o sistema para seu carro de entrada. Para ter diferencial em relação à concorrente, a Volks decidiu trazer a novidade por um preço mais em conta, o que dá ao carro mais vendido do país o título também de 'semi-automático' mais barato do mercado.

No hatch da Volks, trocar as marchas sem precisar pisar na embreagem custa R$ 34.605, ante os R$ 37.630 pagos pela tecnologia no Palio. Além de mais barato, o sistema automatizado da marca alemã, desenvolvido em parceria com a Magneti Marelli, trata melhor o motorista.

  Foto: Divulgação

Câmbio automatizado tem uma central eletrônica de comanda as trocas e por isso dispensa o pedal da embreagem (Foto: Divulgação)

A grande restrição a esses sistemas são os trancos durante as passagens de marchas. No Gol, e em todos os outros modelos que a marca batizou de I-Motion, as relações entre a segunda, terceira e quarta velocidade foram encurtadas, o que significa menor queda da rotação do motor durante as trocas e mais conforto para quem está à bordo. Mesmo com as melhorias, o sistema automatizado é muito distante da suavidade e precisão das trocas dos automáticos de última geração e da delicadeza do câmbio CVT. 

 Foto: Divulgação

Mensagem aparece no centro do quadro de instrumentos para orientar o motorista de como utilizar o sistema (Foto: Divulgação)

Os carros 'populares' automatizados, na verdade, são uma boa saída para o anda e para do trânsito de grandes cidades, já que por cerca de R$ 2.500 a mais (os câmbios automáticos custam em média R$ 4.500), tira a preocupação do motorista de reduzir as marchas, trabalho feito por uma central eletrônica que realiza as trocas automaticamente. E se o motorista cansar também o braço, pode deixar no modo "D" que o sistema faz o resto. 

 

 Foto: Divulgação 

Gol pode vir com o volante do Passat CC que traz comandos de som do volante, do computador de bordo e as borboletas atrás do volantes (Foto: Divulgação)

O motor 1.6 de 104 cavalos interage bem com o sistema que, por outro lado, insiste em jogar a maior marcha possível para economizar combustível, o que deixa o carro sem fôlego. Para quem gosta de agilidade, a dica é optar pelo modo manual e aliviar o pé do acelerador durante as passagens de velocidade, para sentir menos o solavanco. Há ainda a opção "S" - esportiva -  que faz com que o motor trabalhe em rotações mais altas. Caem muito bem com a proposta jovial do Gol as borboletas atrás do volante, opcional inserido em um pacote que traz o volante do Passat CC, computador de bordo e MP3 Player, a partir de R$ 1.790 (dependendo da versão). 

O Gol I-Motion, assim como a versão manual, peca na lista de equipamentos de série. Apesar de mais barato em relação ao Palio, a versão mais em conta com câmbio automatizado sai de fábrica apenas com para-choque na cor do veículo e regulagem de altura dos assentos e do cinto de segurança. No hatch da Fiat, por uma diferença de pouco mais de R$ 3 mil, o motor é 1.8 litros e são oferecidos computador de bordo, comando interno de abertura do porta-malas e do tanque do combustível, direção hidráulica, faróis de neblina e volante do regulagem de altura. É de se colocar na ponta do lápis.
 

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Suzuki produz Burgman ecologicamente correto

Burgman Fuell-Cell

Burgman Fuell-Cell

A "onda verde" chegou definitivamente ao mundo das motocicletas. Um exemplo disto foi a 10ª edição do Salão Duas Rodas, onde muitas máquinas elétricas estiveram presentes. Outro exemplo de veículo com emissões zero é a novidade da Suzuki que despontará no Salão de Tóquio, a partir de 23 de outubro.
Utilizando a mesma tecnologia empregada nos automóveis da marca, a Suzuki desenvolveu o protótipo Burgman Fuell-Cell. As células de hidrogênio ficam armazenadas sob alta pressão e são o combustível do scooter. O processo tem como resultante vapor de água, que é liberado na atmosfera. 
 

domingo, 18 de outubro de 2009

Na chuva, Barrichello brilhou mais uma vez

Agência 
AFP
 
Quanto mais água, melhor. Rubens Barrichello mostrou mais uma vez, neste sábado, que a pista molhada é a sua casa na Fórmula 1. Em um treino dramático, com longas interrupções por causa da chuva e reviravoltas nos minutos finais, o brasileiro da Brawn cravou a pole position do GP do Brasil com o tempo de 1m19s576. Para colorir ainda mais a festa verde-amarela sob o céu cinzento de Interlagos, o inglês Jenson Button, companheiro de equipe de Rubinho e rival na luta pelo título, larga apenas na 14ª posição.
 

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Tecnologias da Fórmula 1 revolucionam carros de passeio

Foto: Vanderlei Lima/AFP 

Motor, câmbio, suspensão e pneus são alguns itens herdados da competição (Foto: Vanderlei Lima/AFP)

A Fórmula 1 é um laboratório de pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias para os carros de passeio. Isso porque algumas marcas que participam da maior categoria do automobilismo mundial, como Ferrari, Mercedes-Benz, BMW, Toyota e Renault, também travam uma corrida fora das pistas.

De olho na preferência do consumidor, as fabricantes utilizam as inovações para melhorar o desempenho e segurança de seus carros de passeio. "Na Fórmula 1, os veículos são levados ao limite e a tecnologia, principalmente referente ao desempenho e segurança dos veículos, é testada ao máximo e depois transportada para a vida real", afirma o vice-diretor do Comitê de Veículos de Passeio da SAE Brasil, Jomar Napoleão da Silva. 

Confira no infográfico as tecnologias presentes nos modelos de rua e de competição  

A Fiat, mesmo sem ter sua marca representada nas pistas, aproveitou a aliança com a Ferrari, empresa do grupo, e herdou o câmbio automatizado com opção de trocas por meio de borboletas atrás do volante. A transmissão que é semi-automática, pois dispensa o pedal da embreagem, nasceu na F1 em 1989 e começou a ser usada em carros de passeio da Ferrari até chegar à linha de montagem da Fiat no Brasil em 2008.

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"Na categoria, o câmbio automatizado foi uma saída para melhorar o desempenho dos veículos, sem aumentar o consumo de combustível ou diminuir a potência do motor", afirma Carlos Henrique Ferreira, engenheiro mecânico e assessor técnico da Fiat. "O câmbio tipo borboleta também permitiu trocas mais rápidas e deu mais segurança ao piloto, que não precisa tirar a mão do volante para mudar a marcha", afirma o engenheiro."Por esses mesmos motivos que o câmbio automatizado foi adotado em carros de passeio da marca".


Além das montadoras, fabricantes de peças, combustíveis, lubrificantes, pneus e até mesmo as seguradoras 'correm' atrás de inovações para serem adotadas em veículos de rua. "É importante usar a F1 para transformar o 'know how' e o gerenciamento de riscos em ajuda na percepção do que acontece dentro das pistas e também transferir esse conhecimento para as vias públicas", afirma Christian Danner, ex-piloto da categoria e embaixador de Segurança da Allianz Seguros.

O diretor geral da Divisão Automotiva do Centro de Tecnologia Allianz, Christoph Lauterwasser, afirma que a F1 é extremamente importante para o desenvolvimento de itens de segurança aplicados em carros de passeio, inclusive algumas já são utilizadas em veículos na Europa e auxiliam na redução do número de acidentes."Nosso objetivo é melhorar a qualidade de vida das pessoas no trânsito, assim como reduzir os custos com reparação automotiva", afirma o executivo. 
 
 

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Superesportivo japonês é assinado por designer da Fórmula 1

V Surpasse será apresentado no Salão de Tóquio.
Modelo quer brigar com Lotus Exige S 260.

Nem um Pagani Zonda, nem uma Ferrari Enzo, muito menos um Lotus Exige. O esportivo da foto tem características semelhantes as dos três modelos, mas é japonês.

 Foto: Divulgação

Suzusho V Surpasse (Foto: Divulgação)

Trata-se do V Surpasse que foi desenvolvido pela Suzucho, pequena fabricante do Japão, e será apresentado no Salão de Tóquio, que abre as portas no próximo dia 24 e vai até 4 de novembro.

Foto: Divulgação

Suzusho V Surpasse (Foto: Divulgação)

Fonte: http://g1.globo.com

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Felipe Massa pilota um modelo Ferrari F2007

 

Agência/EFE

Na pista de Fiorano, brasileiro Felipe Massa pilota um modelo F2007 com pneus de GP2


Na semana passada, em Modena, Massa fez testes em um simulador e, em Paris, foi submetido a uma bateria de exames neurológicos e oftalmológicos. Só então foi liberado para voltar a pilotar um carro de Fórmula 1. Antes, ele já tinha matado a saudade das pistas ao andar de kart em São Paulo.

 Os exames médicos apontaram que a cirurgia no olho esquerdo de Felipe Massa não deixou sequelas. No dia 25 de julho, o piloto foi atingido por uma mola que se soltou do carro de Rubens Barrichello.

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Nesta segunda, Massa pilotou um F2007 privado - não pertencente à equipe - e preparado pelo departamento de clientes de Fórmula 1 da Ferrari. O carro também é equipado com pneus usados na GP2 para não infringir as regras que limitam o número de treinos na F-1. Após uma primeira volta, Massa entrou nos boxes para, depois, voltar a sair à pista e realizar uma nova série de voltas no traçado. Massa cogitava competir ainda este ano, durante a última prova da temporada, em Abu Dhabi, mas a Ferrari confirmou que ele apenas retornará à categoria em 2010. A escuderia afirmou, em comunicado em seu site, que o teste não anuncia de "nenhuma forma" a volta do piloto à competição em "breve".  Além disso, a Ferrari especificou que tudo será feito "gradualmente e sem nenhuma pressa" para permitir a total recuperação do piloto.

Fonte: http://globoesporte.globo.com

Rubens Barrichello correrá pela equipe Williams na próxima temporada

Agência/Getty Images 

 

A duas provas do fim da temporada 2009, uma fonte ligada a Williams confirmou ao comentarista da TV Globo, Luciano Burti, que Rubens Barrichello deixará a Brawn GP e será o primeiro piloto da equipe inglesa em 2010. A notícia foi divulgada no programa "Fantástico". A Williams vai usar motores Cosworth na próxima temporada.

Na manhã deste sábado, a assessoria de Barrichello já havia confirmado a sondagem da Williams. Porém, afirmava que o contrato ainda não tinha sido assinado.

A transferência de Barrichello já havia sido citada pela revista inglesa "Autosport" há duas semanas. A publicação informava que o brasileiro trocaria de lugar com o alemão Nico Rosberg e que a Williams também contrataria o jovem Niko Hulkenberg, de 22 anos, que seria um "aprendiz" do piloto, que tem 16 temporadas de experiência na Fórmula 1.

Barrichello será o quarto brasileiro a integrar a equipe de Frank Williams, seguindo os passos de Nelson Piquet, Ayrton Senna e Antônio Pizzonia.

Na temporada 2009, Rubinho está a 14 pontos do líder Jenson Button. No GP do Brasil, no próximo fim de semana, o brasileiro tentará manter vivas suas chances de conquistar o primeiro título na F-1. Para isso, ele terá de chegar à frente do inglês e este não poderá ficar entre os quatro primeiros colocados.

Neste domingo, em entrevista ao "Esporte Espetacular", Barrichello afirmou que terá, no próximo fim de semana, sua maior chance de vencer o GP de Interlagos. Confira a íntegra da conversa entre Rubinho e Luciano Burti.
 
 
 
 
 

domingo, 11 de outubro de 2009

G1 andou no smart Brabus Xclusive

A versão 'apimentada' do carrinho smart fortwo ainda não foi lançada, mas o G1 já deu uma volta na novidade. O Brabus Xclusive chega em novembro e mesmo sem preço divulgado pela Mercedes-Benz, que fabrica o modelo, deve ficar acima dos R$ 90 mil, uma diferença de mais de r$ 30 mil para a versão coupé do microcarro.

O motor 1.0 que já era turboalimentado, foi preparado especialmente para o 'foguetinho' e gera 98 cavalos (14 cv a mais do que o modelo de fábrica). O torque pulou de 12,2 kgfm para 14,3 kgfm e segundo a marca ele vai de 0 a 100 km/h em 9,9 segundos (1,1 segundo antes) e chega a máxima de 155 km/h (limitada eletronicamente). 

 

 Foto: Divulgação 

Pneus estão mais largos e calçam rodas de 17'' na traseira e 16'' na dianteira (Foto: Divulgação)

Uma pisada de leve e o ronco do escapamento já convida o motorista a pisar mais fundo. Convite aceito, o passeio vira uma aventura. Tudo no carro 'cheira' a velocidade. Os bancos , os pedais e a manopla do câmbio são esportivos, o volante (revestido em couro) é mais encorpado e garante uma 'pegada' melhor. As rodas de liga leve de 17 polegadas atrás e 16" na frente estão calçadas em pneus mais largos, o que contribui para melhorar a aderência ao piso, o chamado grip.

A suspensão da versão 'bravinha' também foi recalibrada e reconfigurada para rebaixar a carroceria em 10 mm, deixando o carro mais a mão. Aquela sensação de fragilidade fica um pouco de lado e o condutor sente segurança para fazer manobras em boa velocidade. Durante o teste, em um trecho inacabado do Rodoanel, com a pista molhada, contornamos com tranquilidade as curvas a 130 km/h. 

 
As alterações mecânicas renderam 10 quilos à versão preparada. A média de consumo também foi alterada. Passou de 24 km/l para 19,2 km/l de gasolina, mas continua com uma baixa emissão de poluentes: 124g/km. Esteticamente, o Brabus se diferencia das outras versões pela saída dupla do escapamento, spoiler integrado, aberturas de ar maiores, faróis com moldura inferior na cor titânio e o logotipo da Brabus na grade dianteira e dentro da cabine.

O tamanho não mudou. São 2,69 metros de comprimento, 1,56 m de largura e 1,87 m de entreeixos. Os defeitos e pontos altos também são os mesmos. A transmissão automatizada sequencial de 5 velocidades tem respostas lentas e os trancos nas trocas de marchas incomodam. Na versão mais espertinha tirar o pé na hora da troca deixa de ser uma alternativa e passa a ser a melhor escolha. As borboletas atrás do volante permitem 'brincar' durante o trajeto e caem muito bem na nova proposta. 

 

 Foto: Divulgação 

Saída dupla do escapamento e logo Brabus diferenciam a versão (Foto: Divulgação)

A posição de dirigir é elevada, mas não há regulagem de altura dos bancos, volante e cinto de segurança - o que dificulta a tarefa de achar uma posição confortável. Incomoda também os pedais que são presos ao assoalho e exigem que o motorista se acostume a tirar o calcanhar do piso para frear e acelerar com precisão.

O modelo 'bravinho' quer turbinar as vendas do smart que já andam muito bem no país. Segundo a Mercedes-Benz, nos quatro primeiros meses de venda, foram comercializadas as 500 unidades previstas para todo o ano. De acordo com o vice-presidente de vendas da Mercedes-Benz do Brasil, Philipp Schiemer, outro lote com mais 500 unidades foi importado e deve ser vendido até dezembro de 2009.

Segundo os dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), de abril a setembro deste ano foram vendidas 675 unidades do smart fortwo, uma média de 135 por mês. A expectativa inicial da marca é vender entre 20 e 25 unidades do Brabus por mês. Vai ser mesmo difícil de segurar...
 

sábado, 10 de outubro de 2009

Kawasaki produzirá naked ER-6n em Manaus

Kawasaki ER-6n

Kawasaki ER-6n

Pela primeira vez presente no Salão Duas Rodas, após o início oficial de suas operações no Brasil, em 2008, a Kawasaki apresentou grandes novidades nesta 10ª edição do evento. A principal, com certeza, é o anúncio do início da fabricação da ER-6n na fábrica da empresa, em Manaus, AM.  O preço ainda não foi divulgado pela marca, porém, ao que tudo indica, ficará abaixo dos R$ 33 900 cobrada pela Z750.

Assim, a marca verde passa a ter três produtos "made in Brasil", os outras dois são: Z750 e a Ninja 250R, também conhecida como "Ninjinha". A ER-6n está equipada com um propulsor de 649 cm³ capaz de alcançar 72,1 cv de potência. Outras novidades da Kawasaki presentes em seu stand são a Vulcan 900 Custom, que adota um visual "dark" e a simpática D-Tracker X. A supermotard é uma versão on-road da KLX 250 e tem um visual agressivo.

Impulsionada por um motor de 249 cm³ com refrigeração líquida, que gera 22 cv, a D-Tracker tem um chassi construído de aço. De acordo com a Kawa, a supermoto ainda não será produzida no Brasil.

Rafael Miotto / direto do Anhembi, SP

Fonte: http://motociclismo.terra.com.br

terça-feira, 6 de outubro de 2009

MV Agusta melhora sua linha Brutale



MV Agusta Brutale 990R

MV Agusta Brutale 990R

Marca italiana tem Brutale 990R e 1090RR com 80% de novos componentes
 
Apesar de a primeira vista as novas MV Agusta Brutale parecerem muito com suas antecessoras, por trás do visual, existem duas motocicletas quase inteiramente novas. A ideia da marca italiana foi justamente manter a tão bem sucedida estética de suas máquinas, porém, realizando um imenso trabalho na parte ciclística. Mesmo com os novos nomes de 990R e 1090R, os motores continuam com as cilindradas anteriores: 989 cm³ e 1 078 cm³.
 
MV Agusta Brutale 1090RR

MV Agusta Brutale 1090RR

No entanto, a fábrica de Varese reduziu o peso dos propulsores e o chassi também está mais leve, proporcionando mais maleabilidade para as naked. As potências declaradas são 141,3 cv para a 990R e 153,5 cv para a 1090R e as motos apresentam 80% de novos componentes em sua estrutura. Estes lançamentos são as primeiras motos de grande impacto apresentadas pela marca italiana desde de sua compra pela Harley-Davidson, em 2008.

Os valores cobrados pelas motocicletas serão de 15 500 euros (990R) e 18 500 (1090RR) euros.

Fonte: http://motociclismo.terra.com.br

G1 andou em scooter elétrica com tração nas duas rodas

Rodar 40 quilômetros por dia e, ao fim de um mês, gastar cerca de R$ 15 em combustível? Isso é possível, segundo uma empresa de motos elétricas instalada no ABC Paulista.

Não é só fora do Brasil que a indústria anda buscando alternativas para quem deseja se locomover de forma econômica e sem emitir gases de efeito estufa. Na pequena oficina da Motor Z, que atua no mercado desde 2007, melhorias são buscadas para tornar o uso dos seus veículos mais viáveis no trânsito da metrópole – e em qualquer outro lugar. 

 Indisponivel/Indisponivel

Segundo motor garante mais arranque ao modelo S1000. (Foto: Divulgação)

Por enquanto, seus três modelos ainda se limitam a uma autonomia de 40 quilômetros, que podem ser rodados após seis horas de recarga da bateria de ácido-chumbo. O custo de um recarga, segundo o fabricante, considerando o custo da energia num domicílio em São Paulo, fica em R$ 0,51.

A grande novidade técnica da marca, incluída na linha de produtos no ano passado, é o modelo S1000 (preço do fabricante R$ 6.800,00) com dupla motorização de 1000 Watts e tração nas duas rodas, que, quando acionada, aumenta consideravelmente o arranque e a capacidade de enfrentar subidas do veículo. 

 

Foto: Divulgação

À esquerda, moto conectada a tomada para carregamento de bateria. À direita, detalhe da roda dianteira com motor da S1000. (Foto: Divulgação)

O G1 dirigiu o modelo e, de fato, o motor acoplado à roda dianteira, que pode ser ligado pelo motorista com um botão, faz grande diferença.

Mesmo com aceleração máxima, a S1000 faz um ruído praticamente nulo se comparado ao de uma motocicleta com motor a combustão, e, considerando que cada um de seus motores é menos potente que um secador de cabelos, sua arrancada, ainda que modesta, surpreende.

Com mais de 100 kg de carga, a moto alcançou 50 km/h sem grande dificuldade – sua velocidade máxima, segundo o fabricante, é de 60km/h. A reportagem não tentou subir terrenos com muita inclinação, o que, segundo o próprio fabricante, ficaria mais complicado.

As limitações de autonomia e potência dificultam o uso intensivo numa cidade grande como São Paulo. Para um motofretista, por exemplo, a linha da Motor Z ainda é inadequada.

Outro elemento técnico inovador da S1000 é o sistema de freio regenerativo, que, quando acionado, usa a energia da frenagem para recarregar a bateria. Esta, por sinal, é removível, o que permite que o proprietário que reside em apartamento, por exemplo, possa levá-la da garagem até a tomada de sua casa.

O sistema foi implementado nos modelos mais recentes da marca, já que seria necessário ser um grande entusiasta do transporte sustentável para subir com a moto pelo elevador e recarregá-la no apartamento.

Postos solares

Além de tomadas residenciais comuns, as scooters podem ser recarregados em postos alimentados por energia solar que a empresa espera que se espalhem em breve pelas cidades brasileiras (por enquanto já existe um no Rio e outro diante da fábrica, em São Bernardo do Campo).

As motos são montadas com peças em sua maioria trazidas da China, onde a Motor Z mantém um engenheiro para acompanhar o processo de produção – alguns dos componentes são adaptados para o mercado nacional a pedido da companhia brasileira.

Além da S1000, outro produto atraente da Motor-Z é a V-1500 (preço do fabricante R$ 6.600), scooter elétrica com visual retrô e motor de 1500 watts, porém sem dupla motorização, nem freio regenerativo. As scooters elétricas, informa o fabricante, exigem habilitação do tipo A e emplacamento. 

 

Foto: Divulgação

Charmosa, a V1500 tem visual retrô, mas não conta com dois motores como a S1000. (Foto: Divulgação)

Fonte: http://g1.globo.com/

 

sábado, 3 de outubro de 2009

Mitsubishi vai mostrar 'crossover' com motor híbrido no Salão de Tóquio

Foto: Divulgação 

Mitsubishi PX-MiEV (Foto: Divulgação)

 
A montadora japonesa Mitsubishi vai apresentar dois protótipos com motores de maior eficiência energética no Salão do Automóvel de Tóquio, a partir do dia 24. A empresa prepara a apresentação do crossover PX-MiEV (híbrido) e do veículo comercial leve i-MiEV Cargo (elétrico).

O PX-MiEV tem 4.510 mm de comprimento, 1.830 mm de largura e 1.655 mm de altura e uma distância entre eixos de 2630 mm. É 21 cm mais curto, 45 cm mais baixo e 5 cm mais largo que o Pajero Sport, um dos utilitários esportivos da Mitsubishi. 

 Fonte: http://g1.globo.com

Motocicletas fizeram história em sucessos na telona

A cidade de São Paulo sediará a partir de quarta-feira (7) até o dia 12 o Salão Duas Rodas, reunido as últimas novidades em motocicletas em similares. Para entrar no clima das máquinas de duas rodas, o G1 preparou uma lista das motos mais famosas do cinema. Foram escolhidos 15 modelos marcantes, incluindo até motos de filmes de animação. A lista segue a ordem cronológica dos filmes. Confira abaixo:

Veja a lista com 15 motos famosas do cinema
Marlon Brandon em 'O selvagem' (Foto: Divulgação)
'O selvagem' (1950)
Moto: Harley-Davidson Hydra Glide
Ator: Marlon Brandon

A moto com suspensão hidráulica fez sucesso no filme que marcou a imagem de Marlon Brandon como um 'bad boy' do cinema. O modelo Hydra Glide reforçou a marca Harley-Davidson nos anos 50.
Cena de  'A grande escapada' (Foto: Divulgação)
'A grande escapada' (1963)
Moto: Triumph T6
Ator: Steve McQueen


A bordo da Triumph T6, o ator Steve McQueen protagonizou a famosa cena em que tenta pular a fronteira da Alemanha com a Suíça durante a Segunda Guerra e acaba enrolado com a moto e a cerca de arame farpado.
Cena de 'Easy Rider' (Foto: Divulgação)
'Sem Destino' ('Easy Rider') (1969)
Motos: Harley-Davidson FLH e Hydra Glide
Atores: Dennis Hopper e Peter Fonda


O mais famoso 'road movie' do cinema mostra a dupla Dennis Hopper e Peter Fonda cruzando os Estados Unidos a bordo de suas Harleys. A moto usada por Peter Fonda, uma Harley-Davidson FLH decorada com a bandeira dos EUA, virou um ícone.
Prince em 'Purple Rain' (Foto: Divulgação)
'Purple Rain' (1980)
Moto: Honda 400
Ator: Prince


O filme é fraco, as músicas de Prince em 'Purple Rain' já saíram de moda, mas a moto Honda 400 da cor púrpura usada pelo ator-cantor valeu o ingresso.
As motos de 'Tron' (Foto: Divulgação)
'Tron' (1982)
Moto:
Lyght Cicles (Animação)

Ator: Jeff Bridges


O filme de ficção científica produzido pela Disney marcou época por causa dos efeitos especiais criados em computador. A cena do pega entre as motos Lyght Cycles é antológica. Para quem não viu o filme nos anos 80, 'Tron' terá uma nova versão em 2010, com motos digitais ainda mais invocadas.
A moto de '007' (Foto: Divulgação)
'Nunca mais outra vez' (1950)
Moto:
 Yamaha XJ650 Turbo Seca "Spybike"

Ator: Sean Connery


Com Sean Connery como o agente secreto, James Bond fez acrobacias pilotando uma Yamaha XJ650 Turbo Seca "Spybike" no filme "Nunca mais outra vez".
Tom Cruise em 'Top Gun' (Foto: Divulgação)
'Top Gun - Ases indomáveis' (1986)
Moto:
 Kawasaki Ninja 900

Ator: Tom Cruise


Além das acrobacias com os caças da Força Aérea Americana, Tom Cruise, no papel do piloto Maverick, também brilhou na telona pilotando a moto japonesa Kawasaki Ninja 900.




Imagem do filme 'Akira' (Foto: Divulgação)
'Akira' (1988)
Moto:
animação



O desenho animado japonês Akira traz a moto futurista vermelha do herói no poster do filme que narra uma suposta guerra no ano de 2019. A motocicleta virou mania entre os fãs do desenho e ganhou réplicas em tamanho real no Japão.
O poster de 'Exterminador 2' (Foto: Divulgação)
'Exterminador do Futuro 2' (1991)
Moto:
Harley-Davidson "Fat Boy"

Ator: Arnold Schwarzenegger


Arnold Schwarzenegger, atual governados do Estado da Califórnia, popularizou a Harley-Davidson "Fat Boy" no filme "Exterminador do Futuro 2", no início dos anos 90.
Bruce Willis e a moto (Foto: Divulgação)
'Pulp Fiction' (1994)
Moto:
 Harley-Davidson FXR Super

Ator: Bruce Willis


"Whose motorcycle is this?" (De quem é essa moto?)
"Its a chopper, baby." (É uma chopper, baby"
"Whose chopper is this?" (De quem é  essa chopper?)
"Is Zed's." (É do Zed)
"Who's Zed?" (Quem é Zed?)
"Zed is dead, baby. Zed is dead." (Zed está morto, baby.)
O diálogo entre Maria de Medeiros e Bruce Willis em "Pulp Fiction" é um clássico. A Harley-Davidson FXR Super acabou virando a "moto do Zed". Quem é Zed? Zed is dead, baby.
'Missão impossível 2' (Foto: Divulgação)
'Missão impossível 2' (2000)
Motos:
 Triumph Daytona 955i /Triumph Speed Triple 955i

Atores: Tom Cruise e Dougray Scott


No fime dirigido por John Woo, os personagens de Tom Cruise e Dougray Scott travam uma batalha espetacular a bordo de duas supermotos da Triumph.
Angelina Jolie na moto (Foto: Divulgação)
'Tomb Rider - A Origem da Vida' (2003)
Moto:
 Yamaha TRX 850

Atriz: Angelina Jolie


A musa Angelina Jolie como a heroína Lara Croft pilotando uma Yamaha TRX 850 é um dos pontos altos do filme "Tomb Rider - A Origem da Vida", o segundo da série. Mais sexy, impossível.
'Matrix Reloaded' (Foto: Divulgação)
'Matrix Reloaded' (2003)
Moto: Ducati 998
Atriz : Carrie-Anne Moss


A moto italiana Ducatí 998 é usada pela personagem Trinity em 'Matrix Reloaded' em uma incrível cena de perseguição. A moto tem motor de 139 cavalos, e é capaz de atingir 280 km/h.
'Diários de Motocicleta' (Foto: Divulgação)
'Diários de motocicleta' (2004)
Moto:
Norton 500

Atores: Gael Garcia Bernal e Rodrigo de la Serna


A intrépida moto Norton 500 percorreu as estradas da América do Sul no filme que remonta a viagem de Che Guevara e seu amigo Alberto Granado, partindo da Argentina rumo ao Peru, em uma epopéia que marcou o início da criação do mito Che.
A moto Batpod (Foto: Divulgação)
'Batman - O cavaleiro das trevas' (2007)
Moto: Batpod (protótipo inspirado na  Dodge Tomahawk)
Ator: Christian Bale


Além do Batmóvel, o último filme do Batman apresentou a moto Batpod, que foi construída tendo como inspiração a  Dodge Tomahawk, uma monstruosa moto-conceito com rodas duplas na frente e atrás, equipada com o motor V10 do Viper de 8,3 litros e 500 cavalos
Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Carros/0,,MUL1327651-9658,00-G+LISTA+MOTOS+FAMOSAS+DO+CINEMA.html